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A crise econômica, principal realização do governo FCH Recentemente, o FMI através de seu porta-vos. Michel Camdessus, fez algumas ponderações no fórum máximo deliberativo da questão da dívida social impagável da América Latina. Cabe refletir acerca do quanto à direita do FMI está a e equipe econômica do FHC. Confira a avaliação do governo FHC! Em nome do reajuste fiscal a pirâmide desigulatária de distribuição de rendas neste país, O Governo Federal optou por bovinamente obedecendo as determinações do FMI, provocando desemprego, desespero de pais de família e promovendo cortes orçamentários monstruosos em detrimento do crescimento nacional com justiça social de desemprego. Agora o FMI chama a atenção do governo federal brasileiro no sentido de que sejam alocados recursos para o resgate social brasileiro. A equipe econômica de FHC e asseclas insiste em reajustes fiscais e em descobrir de que maneira onerar ainda mais os desempregados e subempregados deste país para que eles também sejam conclamados ao sacrifício em prol do equilíbrio das contas pública. Isto deixa à claras as prioridades deste que é o pior governo da história republicana brasileira. Abrocho do povo para ampliar a remessa de divisas ao exterior. Enquanto a sensibilidade para o social aparece no discurso do FMI, no Brasil busca-se abrochar ainda mais o trabalhador, que deverá pagar a conta de uma política econômica rapinante, excludente dos mais necessitados, fazendo com que se ampliem as distâncias entre os muito mais ricos e aqueles que só tem de seu para levar ao mercado de trabalho o fruto do suor do seu rosto. Neta crise neoliberal, a opção preferencial pelos mais ricos ofende a razão, ampliando aqueles que vão, mais e mais tornando-se alijados dos princípios básicos de cidadania que estão consignados na Carta Magna promulgada em outubro de 1988. Parafraseando meu xará Lázaro Cárdenas: “Pobre do Brasil, tão longe de Deus, tão próximo dos Estados Unidos” O governo FHC já deu mostras claras de estar governando para a elite, para a lógica implacável do mercado, promovendo angústia, falta de perspectiva, desemprego recorde nesta Nação. Esperemos que o povo, lucidamente, em 2002, saiba colocar os pingos nos iis. Este governo fraco, dispendioso e excludente do povo trabalhador deste país, não tem mais alternativas viáveis. É preciso paciência, aguardar a próxima eleição presidencial e que um Patriota assuma a direção desta combalida nação.
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